Foi a partir de uma pesquisa na rede mundial de computadores, seguida de um clique certeiro, que Flávio de Paula, dono da importadora Pacific, em São Paulo, "descobriu" a vinícola sul-africana Simonsig. Segundo relato do jovem executivo, ele buscava, entre os produtores da região de Stellenbosch - um dos mais importantes e representativos terrenos do país de Nelson Mandela, situado a 45 km da Cidade do Cabo - , uma empresa consolidada e de reconhecida reputação no segmento que pudesse oferecer rótulos de excelente relação custo/qualidade ao consumidor brasileiro.
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quinta-feira, 30 de setembro de 2010
A tradição nos rótulos sul-africanos da Simonsig
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Benefícios do vinho para as mulheres
Considerada uma bebida tradicional e bastante apreciada, o ‘vinho’ além de possuir sabores que encantam o paladar ainda possui efeitos terapêuticos com muitos benefícios para a saúde, principalmente no caso das mulheres. Seu uso frequente e moderado pelo menos durante as refeições, ajuda a prevenir em 50% diversas doenças, como câncer de mama e de ovário, além de melhorar os sintomas da menopausa, deixar a pele mais saudável, facilitar a fecundação e prevenir o envelhecimento, a osteoporose, pressão arterial, ataques cardíacos, doença vascular cerebral e ainda não engorda.
Difícil é não beber
A simples menção ao francês Château Mouton Rothschild, um dos mais celebrados vinhos de Bordeaux, é capaz de fazer qualquer enófilo começar a salivar. Considerado um dos melhores vinhos do planeta, o Mouton Rothschild é produzido em escala reduzidíssima - são apenas 200 000 garrafas por ano. Desde 1945, seus rótulos são assinados a cada ano por um artista diferente.
Qual temperatura ideal para servir seu vinho?
Os vinhos brancos não devem ser servidos excessivamente gelados, o que anestesia a língua, mascarando suas características. Entre 9°C e 12°C é o ideal, dependendo de o dia estar mais ou menos frio.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Seminário discute a vitivinicultura na Metade Sul do Rio Grande do Sul
Discutir a situação da vitivinicultura com foco na apresentação e prospecção de tecnologias que contribuam com a competitividade dessa atividade na Metade Sul do Rio Grande do Sul será o principal objetivo do VII Seminário de Vitivinicultura da Metade Sul do Rio Grande do Sul, que acontecerá de 17 a 19 de junho de 2010, no Clube Comercial de Bagé (RS).
O evento será dividido em três grandes temas. O primeiro tratará da Vitivinicultura no bioma Pampa: o desafio que nos diferencia e abordará aspectos peculiares da sustentabilidade na vitivinicultura na região e a busca da sua identidade através de indicações geográficas para a Campanha Gaúcha, considerada a "nova Califórnia" do mundo vitivinícola.
O segundo painel abordará aspectos do Mercado e marketing de vinhos, sucos e vinhos, passando por apresentação de diagnóstico do mercado e pelo trabalho do Projeto Imagem desenvolvido pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), que visa incrementar e difundir a qualidade dos produtos vinícolas brasileiros. O primeiro dia encerrará com uma degustação temática de vinhos da região e visitação aos estandes.
O segundo dia será destinado para apontar e discutir os Desafios e estratégias tecnológicas para a vitivinicultura na Metade Sul. Serão apresentadas palestras sobre os principais problemas tecnológicos da região e também sobre o manejo das principais doenças e pragas encontradas nos parreirais.
Na sequência, acontecerá um Workshop que, segundo Alexandre Hoffmann, pesquisador da Embrapa Uva e Vinho e integrante da Comissão Organizadora do evento, será utilizado como base para o levantamento e a caracterização das demandas tecnológicas a serem inseridas na Rede de Centros de Inovação em Vitivinicultura (RECIVITIS).
Encerrando o evento, no dia 19 de junho, será realizado um Dia de Campo na Vinícola Peruzzo em Bagé (RS).
O evento é promovido pelo Comitê de Fruticultura da Metade Sul do RS, Embrapa Uva e Vinho, Emater/RS-Ascar, Ibravin, Sebrae, Prefeitura Municipal de Bagé e Associação Bageense dos Fruticultores. Conta com o patrocínio de Claro, Basf Agricultura, AGCO e Massey Ferguson e com o apoio de diversas entidades.
ANOTE NA AGENDA
O que: VII Seminário de Vitivinicultura da Metade Sul do RS
Data: 17 a 19 de junho de 2010
Local: Clube Comercial de Bagé (RS)
Inscrição: R$ 20,00, no local do evento
Informações: www.comitedefruticultura.com.br ou (53) 324-2609
FONTE
Embrapa Uva e Vinho
Viviane Zanella - Jornalista
“Beja Wine Night” será uma festa “marcante” no panorama nacional dos vinhos

O castelo de Beja acolhe no próximo dia 3 de Julho a “Beja Wine Night”. A iniciativa integra o programa de Beja “Cidade do Vinho 2010”. Miguel Góis, vereador da Câmara de Beja, frisa que este será um evento “marcante” no panorama nacional dos vinhos. A iniciativa é oficialmente apresentada na próxima semana. O vereador do município de Beja diz que não faltarão caras conhecidas na cidade. A “Beja Wine Night” pretende projectar a “imagem” de Beja.
A “Beja Wine Night” é uma organização da Câmara Municipal de Beja, co-financiada pelo QREN/INALENTEJO (Programa Operacional do Alentejo) e que conta com os apoios, entre outros, do Turismo do Alentejo - ERT., Comissão Vitivinícola Regional Alentejana, ViniPortugal, ANA Aeroportos de Portugal, Delta, e produção da Essência do Vinho.
Miguel Góis assegura que está garantida a sustentabilidade do evento em anos futuros.
A “Beja Wine Night” é uma organização da Câmara Municipal de Beja, co-financiada pelo QREN/INALENTEJO (Programa Operacional do Alentejo) e que conta com os apoios, entre outros, do Turismo do Alentejo - ERT., Comissão Vitivinícola Regional Alentejana, ViniPortugal, ANA Aeroportos de Portugal, Delta, e produção da Essência do Vinho.
Miguel Góis assegura que está garantida a sustentabilidade do evento em anos futuros.
Aberta ontem, a Boutique de Vinho Mahalo terá carta de bruschettas especial
Não existe nada mais perfeito para acompanhar um bom vinho do que pão. Não é à toa que os italianos inventaram a bruschetta, um antepasto cuja base é o pão tostado na grelha com azeite e coberto com uma grande variação de complementos. Tomar um bom vinho comendo alguma coisa sem, necessariamente, a obrigatoriedade de jantar. Esta é a proposta do mais novo serviço do restaurante Mahalo Cozinha Criativa, que abriu ontem à noite sua Boutique de Vinho onde os clientes poderão também comprar qualquer um dos 120 rótulos disponíveis em práticas embalagens para viagem que mantém a temperatura do vinho por uma hora e são anti-impacto. Ou, se preferirem, fazer a degustação lá mesmo tendo como acompanhamento uma carta de bruschettas. À frente da nova empreitada estão a sommelier Kézia Giugni e o chef Paulinho Viana.
"Vamos abrir todos os dias para que os clientes possam curtir um bom vinho de uma maneira mais informal", detalha Kézia, acrescentando que a Boutique de Vinho irá funcionar de segunda a sábado, das 08 horas até o fechamento do restaurante. "Muitas pessoas querem tomar um vinho até mais tarde ou mesmo comprar uma boa garrafa para levar a casa de amigos, aqui elas vão encontrar", garante, acrescentando que serão ofertados todos os vinhos presentes na carta do restaurante. Nas compras para levar, os preços são até 40% mais baixos do que quando servidos nas mesas.
Entre os 120 rótulos de nacionalidades distintas como Brasil, França, Itália, Chile, Argentina, Uruguai, Austrália, Portugal, Espanha, Nova Zelândia, África do Sul e Líbano estão vinhos cujos preços vão de R$ 20,00 (Frisante Lambrusco) a R$ 1.800,00 (o lendário espanhol Vega Sicília). Entre os destaques, toda a linha Catena, desde Álamos, o mais simples, até o top Nicolas. Clássicos como o Porto Pêra Manca (incluindo meia garrafa) ou o chileno Almaviva. Para tomar a qualquer hora, a recomendação é prosecco Sacchetto Extra Day, um vinho que, segundo Kézia, é super cremoso e elegante. Ela recomenda ainda o Passo Bianco, outro italiano feito a partir de uvas pinot gris com torrontés, lembrando ainda que estão disponíveis na boutique oito tipos de rosés (incluindo espumantes) de origem argentina, francesa, espanhola. Vinhos de sobremesa são seis rótulos, entre brancos e tintos, incluindo o francês Sauternes. Todos disponíveis também em meia garrafa.
Para acompanhar, uma carta de bruschettas com dez opções criadas pelo chef Paulinho Viana especialmente para a nova proposta. "Elas foram pensadas para acompanhar os vinhos. Então temos algumas mais leves como a Barcelona (champignon, bacon, bechamel, azeitonas verdes e parmesão) ou a Contemporânea (berinjela, zucchini, tomate assado, alho, tapenade e mini cebola). E outras mais fortes, a Do Agreste (carne seca, cebola agridoce e azeitonas) ou a Parma (mussarela, parmesão, presunto cru italiano e azeitonas)", explica, acrescentando que todas as bruschettas são servidas também como entrada no restaurante.
Ontem, na noite de inauguração da boutique, foram servidas 4 sabores: Aldebaran (calabresa triturada, mussarela de búfala, gorgonzola e alcaparras), Árabe (mussarela, peperoni, palmito, chancliche - tipo de queijo árabe -, azeitonas e cebola), Contemporânea e Do Agreste.
"Vamos abrir todos os dias para que os clientes possam curtir um bom vinho de uma maneira mais informal", detalha Kézia, acrescentando que a Boutique de Vinho irá funcionar de segunda a sábado, das 08 horas até o fechamento do restaurante. "Muitas pessoas querem tomar um vinho até mais tarde ou mesmo comprar uma boa garrafa para levar a casa de amigos, aqui elas vão encontrar", garante, acrescentando que serão ofertados todos os vinhos presentes na carta do restaurante. Nas compras para levar, os preços são até 40% mais baixos do que quando servidos nas mesas.
Entre os 120 rótulos de nacionalidades distintas como Brasil, França, Itália, Chile, Argentina, Uruguai, Austrália, Portugal, Espanha, Nova Zelândia, África do Sul e Líbano estão vinhos cujos preços vão de R$ 20,00 (Frisante Lambrusco) a R$ 1.800,00 (o lendário espanhol Vega Sicília). Entre os destaques, toda a linha Catena, desde Álamos, o mais simples, até o top Nicolas. Clássicos como o Porto Pêra Manca (incluindo meia garrafa) ou o chileno Almaviva. Para tomar a qualquer hora, a recomendação é prosecco Sacchetto Extra Day, um vinho que, segundo Kézia, é super cremoso e elegante. Ela recomenda ainda o Passo Bianco, outro italiano feito a partir de uvas pinot gris com torrontés, lembrando ainda que estão disponíveis na boutique oito tipos de rosés (incluindo espumantes) de origem argentina, francesa, espanhola. Vinhos de sobremesa são seis rótulos, entre brancos e tintos, incluindo o francês Sauternes. Todos disponíveis também em meia garrafa.
Para acompanhar, uma carta de bruschettas com dez opções criadas pelo chef Paulinho Viana especialmente para a nova proposta. "Elas foram pensadas para acompanhar os vinhos. Então temos algumas mais leves como a Barcelona (champignon, bacon, bechamel, azeitonas verdes e parmesão) ou a Contemporânea (berinjela, zucchini, tomate assado, alho, tapenade e mini cebola). E outras mais fortes, a Do Agreste (carne seca, cebola agridoce e azeitonas) ou a Parma (mussarela, parmesão, presunto cru italiano e azeitonas)", explica, acrescentando que todas as bruschettas são servidas também como entrada no restaurante.
Ontem, na noite de inauguração da boutique, foram servidas 4 sabores: Aldebaran (calabresa triturada, mussarela de búfala, gorgonzola e alcaparras), Árabe (mussarela, peperoni, palmito, chancliche - tipo de queijo árabe -, azeitonas e cebola), Contemporânea e Do Agreste.
Vinhos da África do Sul no SESC Carmo
O Sesc Carmo realiza no dia 11 às 19 horas o bate-papo sobre vinhos da África do Sul. A atividade é uma homenagem à cultura e à história sul-africanas, no ano em que o país organiza a Copa do Mundo de Futebol.
O sommelier e consultor Arthur Azevedo irá conduzir a conversa, que terá degustação posterior. O ex-presidente da Associação Brasileira de Sommeliers de São Paulo falará sobre as tradições, a geografia, a rota do vinho e as curiosidades, tendo como foco a região da Cidade do Cabo.
Falar sobre vinhos da África do Sul, mesmo nos dias de hoje, ainda causa espanto e admiração, pois são poucas as pessoas que se dão conta de que há muito tempo o país produz vinhos e de muito boa qualidade.
Somente no início dos anos 90 é que a África do Sul voltou a fazer parte do cenário vitivinícola mundial, começando de forma tímida e depois bastante agressiva uma campanha de recuperação de mercado, buscando um melhor posicionamento para seus vinhos.
Em termos de produção mundial de vinhos, dados de 2001 - os mais recentes disponíveis - mostram que a África do Sul ocupa o 10º lugar, respondendo por 2,5% do total de vinhos produzidos. Em 2003, a estatística oficial contabilizava 4.435 produtores de vinhos no país, com 66 cooperativas.
A exportação dos vinhos sul-africanos vem crescendo de forma acentuada, passando de algo como 25 milhões de litros em 1991 para expressivos 240 milhões em 2003.
O principal vinho exportado é o produzido com a Chenin Blanc, seguido pelos vinhos à base de Chardonnay, com a Sauvignon Blanc ocupando o terceiro lugar. O consumo de vinhos no país em 2003 foi de 7,92 litros per capita ao ano, o menor em muitos anos, o que dá hoje ao país a 31a posição no ranking mundial.
Informações: tel. 3111-7000 e www.sescsp.org.br
O sommelier e consultor Arthur Azevedo irá conduzir a conversa, que terá degustação posterior. O ex-presidente da Associação Brasileira de Sommeliers de São Paulo falará sobre as tradições, a geografia, a rota do vinho e as curiosidades, tendo como foco a região da Cidade do Cabo.
Falar sobre vinhos da África do Sul, mesmo nos dias de hoje, ainda causa espanto e admiração, pois são poucas as pessoas que se dão conta de que há muito tempo o país produz vinhos e de muito boa qualidade.
Somente no início dos anos 90 é que a África do Sul voltou a fazer parte do cenário vitivinícola mundial, começando de forma tímida e depois bastante agressiva uma campanha de recuperação de mercado, buscando um melhor posicionamento para seus vinhos.
Em termos de produção mundial de vinhos, dados de 2001 - os mais recentes disponíveis - mostram que a África do Sul ocupa o 10º lugar, respondendo por 2,5% do total de vinhos produzidos. Em 2003, a estatística oficial contabilizava 4.435 produtores de vinhos no país, com 66 cooperativas.
A exportação dos vinhos sul-africanos vem crescendo de forma acentuada, passando de algo como 25 milhões de litros em 1991 para expressivos 240 milhões em 2003.
O principal vinho exportado é o produzido com a Chenin Blanc, seguido pelos vinhos à base de Chardonnay, com a Sauvignon Blanc ocupando o terceiro lugar. O consumo de vinhos no país em 2003 foi de 7,92 litros per capita ao ano, o menor em muitos anos, o que dá hoje ao país a 31a posição no ranking mundial.
Informações: tel. 3111-7000 e www.sescsp.org.br
Vinícola Campo Largo lança Promoção Copa com Vinho
A Vinícola Campo Largo inicia a Promoção Copa com Vinho, divulgada a partir do disparo de e-mails marketing a um mailing composto por mais de dez mil nomes, entre distribuidores, atacadistas, clientes das duas lojas da empresa (em Campo Largo e Santa Felicidade) e consumidores finais. Para participar, basta formular uma frase que relacione os produtos da Vinícola – Vinho Campo Largo, Vinho do Avô ou Quentão Campo Largo – à Copa do Mundo. As seis frases mais criativas serão premiadas com MP3 de 2 GB. “Com esta ação queremos ampliar os acessos ao novo site da empresa, reformulado pela agência Blu Comunicação”, explica Gioceli Escorsin, coordenadora de marketing da Vinícola Campo Largo. “Além disso, aproveitamos que a Copa acontece no inverno, período comercialmente favorável para nosso negócio, e divulgamos produtos típicos desta estação”.
A promoção é válida até 01/07, e, caso o Brasil vá à semifinal do campeonato, os seis ganhadores dos MP3s serão premiados também com kits de produtos da Vinícola Campo Largo.
Para participar da Promoção Copa com Vinho, basta acessar o site www.vinicolacampolargo.com.br, ler o regulamento e criar a sua frase.
A promoção é válida até 01/07, e, caso o Brasil vá à semifinal do campeonato, os seis ganhadores dos MP3s serão premiados também com kits de produtos da Vinícola Campo Largo.
Para participar da Promoção Copa com Vinho, basta acessar o site www.vinicolacampolargo.com.br, ler o regulamento e criar a sua frase.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Vinícola de 1858 é restaurada na Califórnia

Em um trecho do imponente bairro de Carneros na Califórnia, um dos mais antigos vinhedos do estado se tornou um dos mais novos.
Com 256 hectares, a vinícola Scribes já se chamou Dresel. O local remonta a 1858, mas muito pouco da antiga vinícola restou. Quando o atual fundador Andrew Scribe Mariani e seus sócios o encontraram, o terreno não passava de uma fazenda com perus e treze galpões cheios de aves em quarentena. "Foi desagradável, nojento", disse Mariani.
O terreno foi comprado em 2007 e durante um ano ele foi limpo e reconstruído. "Agora ele está completo, com uma entrada imponente com palmeiras e uma velha fazenda. A adega está remodelada de uma forma um pouco primitiva, um 'rústico-chique' que faria inveja a Restoration Hardware", brincou o dono fazendo referência à companhia americana de restauração.
Essa mistura entre o velho e o novo é o coração da nova vinícola. De acordo com Mariani o lote original continha o que podem ter sido as primeiras vinhas Ryesling Sylvaner plantadas nos Estados Unidos.
Publicação Revista Adega
Pela terceira vez, Israel produz tempranillo

Castas espanholas transplantadas para as Colinas de Golã, território sírio ocupado por Israel, forneceram a sua terceira colheita de tempranillo.
"Estamos começando a vender. Apesar da produção ser muito pequena, ela já está sendo bem recebida. Alguns restaurantes em Tel Aviv já acrescentaram os vinhos aos seus menus", disse o enólogo e proprietário da vinícola que leva seu nome Efe Tal Pelter.
"O plano original era fazer um vinho vermelho, mas as vinhas tinham menos de cinco anos, eram muito jovens. Então decidimos fazer uma colheita de rosés este ano", disse Pelter, acrescentando que o resultado foi "um vinho seco e frutado, com acidez equilibrada e um sabor muito interessante".
"No momento existem 15 produtores israelenses cultivando tempranillo, mas a maioria utiliza a uva para misturá-la com outras castas. Até agora apenas três vinícolas lançaram um tempranillo no mercado", explica Daniel Rogov, crítico de vinhos e autor de um guia local de prestígio para vinificação.
Segundo o especialista "o Tempranillo produzido aqui não tem os mesmos resultados que os produzidos na Espanha, mas devemos ter em mente é um processo novo de produção. Mesmo assim, quando fazemos uma degustação às cegas, logo se sorri e diz ''ahhh... tempranillo''".
Nos últimos 10 ou 15 anos, a cultura do vinho entre os israelenses se expandiu. Durante este
período, o consumo per capita por ano aumentou de seis litros para cerca de nove litros. Existem mais de trezentas grandes vinícolas em Israel, que produzem anualmente cerca de 36 bilhões de garrafas de vinho, um número modesto, mas que não para de crescer.
"Estamos começando a vender. Apesar da produção ser muito pequena, ela já está sendo bem recebida. Alguns restaurantes em Tel Aviv já acrescentaram os vinhos aos seus menus", disse o enólogo e proprietário da vinícola que leva seu nome Efe Tal Pelter.
"O plano original era fazer um vinho vermelho, mas as vinhas tinham menos de cinco anos, eram muito jovens. Então decidimos fazer uma colheita de rosés este ano", disse Pelter, acrescentando que o resultado foi "um vinho seco e frutado, com acidez equilibrada e um sabor muito interessante".
"No momento existem 15 produtores israelenses cultivando tempranillo, mas a maioria utiliza a uva para misturá-la com outras castas. Até agora apenas três vinícolas lançaram um tempranillo no mercado", explica Daniel Rogov, crítico de vinhos e autor de um guia local de prestígio para vinificação.
Segundo o especialista "o Tempranillo produzido aqui não tem os mesmos resultados que os produzidos na Espanha, mas devemos ter em mente é um processo novo de produção. Mesmo assim, quando fazemos uma degustação às cegas, logo se sorri e diz ''ahhh... tempranillo''".
Nos últimos 10 ou 15 anos, a cultura do vinho entre os israelenses se expandiu. Durante este
período, o consumo per capita por ano aumentou de seis litros para cerca de nove litros. Existem mais de trezentas grandes vinícolas em Israel, que produzem anualmente cerca de 36 bilhões de garrafas de vinho, um número modesto, mas que não para de crescer. Publicação Revista Adega
EUA investem sete milhões de dólares em melhoras para o setor vitivinícola
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) forneceu mais de sete milhões de dólares para o Instituto de Alimentação e Agricultura da Uva e Vinho (NGWI) do país.
O investimento tem como objetivo financiar projetos que possam resolver problemas que os viticultores norte-americanos tem lidado, como a escassez de água e o aumento da salinidade na água fornecida.
"A escassez de água, a diminuição de sua qualidade, o clima e as mudanças climáticas aberrantes ameaçam a produção de uvas na região", disse Jean-Mari Peltier, presidente da NGWI. "Estamos extremamente satisfeitos que o departamento tenha reconhecido o quanto os viticultores têm lutado contra essas questões. Este projeto irá ajudar a indústria a desenvolver estratégias para economizar água, preservando a qualidade da uva", explicou.
Para a realização do projeto, vários especialistas, pesquisadores e produtores foram consultados, de forma que as principais questões e deficiências do setor fossem tratadas. "Este projeto propõe a investigação necessária para sustentar uma das culturas mais importantes do país em um futuro com um abastecimento de água incerta", disse o pesquisador Andrew McElrone, do Serviço de Pesquisa do USDA.
O investimento tem como objetivo financiar projetos que possam resolver problemas que os viticultores norte-americanos tem lidado, como a escassez de água e o aumento da salinidade na água fornecida.
"A escassez de água, a diminuição de sua qualidade, o clima e as mudanças climáticas aberrantes ameaçam a produção de uvas na região", disse Jean-Mari Peltier, presidente da NGWI. "Estamos extremamente satisfeitos que o departamento tenha reconhecido o quanto os viticultores têm lutado contra essas questões. Este projeto irá ajudar a indústria a desenvolver estratégias para economizar água, preservando a qualidade da uva", explicou.Para a realização do projeto, vários especialistas, pesquisadores e produtores foram consultados, de forma que as principais questões e deficiências do setor fossem tratadas. "Este projeto propõe a investigação necessária para sustentar uma das culturas mais importantes do país em um futuro com um abastecimento de água incerta", disse o pesquisador Andrew McElrone, do Serviço de Pesquisa do USDA.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Vinhos da Argentina - La Rioja

Os vinhedos de La Rioja ficam concentrados no lado oeste da província, entre Sierra de Famatina e Sierra de Velasco. Chilecito, que deve seu nome aos mineiros chilenos que há um século vieram atrás do ouro, é a principal área produtora.
Nessa região seca e quente, que depende totalmente da irrigação, destacam-se as cepas brancas (sobretudo Torrontés). O calor faz com que as uvas brancas sejam colhidas cedopara manter a qualidade fresca e aromática.
Na região, a Torrontés é a principal cepa branca, e Bonarda, Cabernet Sauvignon, Barbera e Syrah são as tintas mais cultivadas.
A Pacific é importadora exclusiva da linha Bisonte, da vinícola San Huberto, para o Brasil.
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