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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

A tradição nos rótulos sul-africanos da Simonsig

Em São Paulo - État de São Paulo, Brésil
Foi a partir de uma pesquisa na rede mundial de computadores, seguida de um clique certeiro, que Flávio de Paula, dono da importadora Pacific, em São Paulo, "descobriu" a vinícola sul-africana Simonsig. Segundo relato do jovem executivo, ele buscava, entre os produtores da região de Stellenbosch - um dos mais importantes e representativos terrenos do país de Nelson Mandela, situado a 45 km da Cidade do Cabo - , uma empresa consolidada e de reconhecida reputação no segmento que pudesse oferecer rótulos de excelente relação custo/qualidade ao consumidor brasileiro.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Benefícios do vinho para as mulheres

Em São Paulo - État de São Paulo, Brésil
Considerada uma bebida tradicional e bastante apreciada, o ‘vinho’ além de possuir sabores que encantam o paladar ainda possui efeitos terapêuticos com muitos benefícios para a saúde, principalmente no caso das mulheres. Seu uso frequente e moderado pelo menos durante as refeições, ajuda a prevenir em 50% diversas doenças, como câncer de mama e de ovário, além de melhorar os sintomas da menopausa, deixar a pele mais saudável, facilitar a fecundação e prevenir o envelhecimento, a osteoporose, pressão arterial, ataques cardíacos, doença vascular cerebral e ainda não engorda.

Difícil é não beber

A simples menção ao francês Château Mouton Rothschild, um dos mais celebrados vinhos de Bordeaux, é capaz de fazer qualquer enófilo começar a salivar. Considerado um dos melhores vinhos do planeta, o Mouton Rothschild é produzido em escala reduzidíssima - são apenas 200 000 garrafas por ano. Desde 1945, seus rótulos são assinados a cada ano por um artista diferente.

Qual temperatura ideal para servir seu vinho?

Em São Paulo - État de São Paulo, Brésil
Os vinhos brancos não devem ser servidos excessivamente gelados, o que anestesia a língua, mascarando suas características. Entre 9°C e 12°C é o ideal, dependendo de o dia estar mais ou menos frio.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Seminário discute a vitivinicultura na Metade Sul do Rio Grande do Sul


Discutir a situação da vitivinicultura com foco na apresentação e prospecção de tecnologias que contribuam com a competitividade dessa atividade na Metade Sul do Rio Grande do Sul será o principal objetivo do VII Seminário de Vitivinicultura da Metade Sul do Rio Grande do Sul, que acontecerá de 17 a 19 de junho de 2010, no Clube Comercial de Bagé (RS).



O evento será dividido em três grandes temas. O primeiro tratará da Vitivinicultura no bioma Pampa: o desafio que nos diferencia e abordará aspectos peculiares da sustentabilidade na vitivinicultura na região e a busca da sua identidade através de indicações geográficas para a Campanha Gaúcha, considerada a "nova Califórnia" do mundo vitivinícola.

O segundo painel abordará aspectos do Mercado e marketing de vinhos, sucos e vinhos, passando por apresentação de diagnóstico do mercado e pelo trabalho do Projeto Imagem desenvolvido pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), que visa incrementar e difundir a qualidade dos produtos vinícolas brasileiros. O primeiro dia encerrará com uma degustação temática de vinhos da região e visitação aos estandes.

O segundo dia será destinado para apontar e discutir os Desafios e estratégias tecnológicas para a vitivinicultura na Metade Sul. Serão apresentadas palestras sobre os principais problemas tecnológicos da região e também sobre o manejo das principais doenças e pragas encontradas nos parreirais.

Na sequência, acontecerá um Workshop que, segundo Alexandre Hoffmann, pesquisador da Embrapa Uva e Vinho e integrante da Comissão Organizadora do evento, será utilizado como base para o levantamento e a caracterização das demandas tecnológicas a serem inseridas na Rede de Centros de Inovação em Vitivinicultura (RECIVITIS).

Encerrando o evento, no dia 19 de junho, será realizado um Dia de Campo na Vinícola Peruzzo em Bagé (RS).

O evento é promovido pelo Comitê de Fruticultura da Metade Sul do RS, Embrapa Uva e Vinho, Emater/RS-Ascar, Ibravin, Sebrae, Prefeitura Municipal de Bagé e Associação Bageense dos Fruticultores. Conta com o patrocínio de Claro, Basf Agricultura, AGCO e Massey Ferguson e com o apoio de diversas entidades.


ANOTE NA AGENDA

O que: VII Seminário de Vitivinicultura da Metade Sul do RS
Data: 17 a 19 de junho de 2010
Local: Clube Comercial de Bagé (RS)
Inscrição: R$ 20,00, no local do evento
Informações: www.comitedefruticultura.com.br ou (53) 324-2609






FONTE
Embrapa Uva e Vinho
Viviane Zanella - Jornalista

“Beja Wine Night” será uma festa “marcante” no panorama nacional dos vinhos


O castelo de Beja acolhe no próximo dia 3 de Julho a “Beja Wine Night”. A iniciativa integra o programa de Beja “Cidade do Vinho 2010”. Miguel Góis, vereador da Câmara de Beja, frisa que este será um evento “marcante” no panorama nacional dos vinhos. A iniciativa é oficialmente apresentada na próxima semana. O vereador do município de Beja diz que não faltarão caras conhecidas na cidade. A “Beja Wine Night” pretende projectar a “imagem” de Beja.

A “Beja Wine Night” é uma organização da Câmara Municipal de Beja, co-financiada pelo QREN/INALENTEJO (Programa Operacional do Alentejo) e que conta com os apoios, entre outros, do Turismo do Alentejo - ERT., Comissão Vitivinícola Regional Alentejana, ViniPortugal, ANA Aeroportos de Portugal, Delta, e produção da Essência do Vinho.
Miguel Góis assegura que está garantida a sustentabilidade do evento em anos futuros.

Aberta ontem, a Boutique de Vinho Mahalo terá carta de bruschettas especial

Não existe nada mais perfeito para acompanhar um bom vinho do que pão. Não é à toa que os italianos inventaram a bruschetta, um antepasto cuja base é o pão tostado na grelha com azeite e coberto com uma grande variação de complementos. Tomar um bom vinho comendo alguma coisa sem, necessariamente, a obrigatoriedade de jantar. Esta é a proposta do mais novo serviço do restaurante Mahalo Cozinha Criativa, que abriu ontem à noite sua Boutique de Vinho onde os clientes poderão também comprar qualquer um dos 120 rótulos disponíveis em práticas embalagens para viagem que mantém a temperatura do vinho por uma hora e são anti-impacto. Ou, se preferirem, fazer a degustação lá mesmo tendo como acompanhamento uma carta de bruschettas. À frente da nova empreitada estão a sommelier Kézia Giugni e o chef Paulinho Viana.

"Vamos abrir todos os dias para que os clientes possam curtir um bom vinho de uma maneira mais informal", detalha Kézia, acrescentando que a Boutique de Vinho irá funcionar de segunda a sábado, das 08 horas até o fechamento do restaurante. "Muitas pessoas querem tomar um vinho até mais tarde ou mesmo comprar uma boa garrafa para levar a casa de amigos, aqui elas vão encontrar", garante, acrescentando que serão ofertados todos os vinhos presentes na carta do restaurante. Nas compras para levar, os preços são até 40% mais baixos do que quando servidos nas mesas.

Entre os 120 rótulos de nacionalidades distintas como Brasil, França, Itália, Chile, Argentina, Uruguai, Austrália, Portugal, Espanha, Nova Zelândia, África do Sul e Líbano estão vinhos cujos preços vão de R$ 20,00 (Frisante Lambrusco) a R$ 1.800,00 (o lendário espanhol Vega Sicília). Entre os destaques, toda a linha Catena, desde Álamos, o mais simples, até o top Nicolas. Clássicos como o Porto Pêra Manca (incluindo meia garrafa) ou o chileno Almaviva. Para tomar a qualquer hora, a recomendação é prosecco Sacchetto Extra Day, um vinho que, segundo Kézia, é super cremoso e elegante. Ela recomenda ainda o Passo Bianco, outro italiano feito a partir de uvas pinot gris com torrontés, lembrando ainda que estão disponíveis na boutique oito tipos de rosés (incluindo espumantes) de origem argentina, francesa, espanhola. Vinhos de sobremesa são seis rótulos, entre brancos e tintos, incluindo o francês Sauternes. Todos disponíveis também em meia garrafa.

Para acompanhar, uma carta de bruschettas com dez opções criadas pelo chef Paulinho Viana especialmente para a nova proposta. "Elas foram pensadas para acompanhar os vinhos. Então temos algumas mais leves como a Barcelona (champignon, bacon, bechamel, azeitonas verdes e parmesão) ou a Contemporânea (berinjela, zucchini, tomate assado, alho, tapenade e mini cebola). E outras mais fortes, a Do Agreste (carne seca, cebola agridoce e azeitonas) ou a Parma (mussarela, parmesão, presunto cru italiano e azeitonas)", explica, acrescentando que todas as bruschettas são servidas também como entrada no restaurante.

Ontem, na noite de inauguração da boutique, foram servidas 4 sabores: Aldebaran (calabresa triturada, mussarela de búfala, gorgonzola e alcaparras), Árabe (mussarela, peperoni, palmito, chancliche - tipo de queijo árabe -, azeitonas e cebola), Contemporânea e Do Agreste.

Vinícola Campo Largo lança Promoção Copa com Vinho

A Vinícola Campo Largo inicia a Promoção Copa com Vinho, divulgada a partir do disparo de e-mails marketing a um mailing composto por mais de dez mil nomes, entre distribuidores, atacadistas, clientes das duas lojas da empresa (em Campo Largo e Santa Felicidade) e consumidores finais. Para participar, basta formular uma frase que relacione os produtos da Vinícola – Vinho Campo Largo, Vinho do Avô ou Quentão Campo Largo – à Copa do Mundo. As seis frases mais criativas serão premiadas com MP3 de 2 GB. “Com esta ação queremos ampliar os acessos ao novo site da empresa, reformulado pela agência Blu Comunicação”, explica Gioceli Escorsin, coordenadora de marketing da Vinícola Campo Largo. “Além disso, aproveitamos que a Copa acontece no inverno, período comercialmente favorável para nosso negócio, e divulgamos produtos típicos desta estação”.

A promoção é válida até 01/07, e, caso o Brasil vá à semifinal do campeonato, os seis ganhadores dos MP3s serão premiados também com kits de produtos da Vinícola Campo Largo.

Para participar da Promoção Copa com Vinho, basta acessar o site www.vinicolacampolargo.com.br, ler o regulamento e criar a sua frase.

Vinho x Câncer

Composto presente no vinho tem ação anticancerígena.


Com poder antioxidante, que podem reduzir as doenças cardiovasculares, o vinho agora tem outro dom: possui um composto capaz de induzir a morte de células cancerígenas. A conclusão é do Programa de Oncologia da UFRJ, que isolou a substância da bebida para estudá-la. A substância responsável no combate às células cancerígenas chama-se resvaratrol.

O resvaratrol está presente em mais de 70 alimentos, dentre eles a casca da uva e o amendoim. As plantas além de ter o nutriente, têm compostos bioativos que diminuem o risco do desenvolvimento de doenças crônicas, como câncer e diabetes. O ideal é consumir a substância regularmente. Apesar de estar presente na casca da uva, é no vinho tinto que o resvaratrol está mais solúvel.

Segundo os estudos, a substância tem efeito em células de alguns tipos de câncer, entre eles o de mama, próstata e pulmão. Tomar apenas uma taça de vinho não é suficiente para inibir a doença. Segundo os pesquisadores, o resvaratrol leva à morte natural células cancerígenas e regula os níveis de p53, uma proteína supressora do tumor. Quando maior o grupo do resvaratrol ingerido, mais rápido o câncer é atacado.

O composto é famoso por ser um antibiótico natural, anti-inflamatório e atua contra o diabetes e ataca a obesidade. A Organização Mundial de Saúde recomenda o consumo de 400 gramas desses alimentos por dia. Cerca de 30% dos casos de câncer têm origem na dieta inadequada. É um percentual maior do que o atribuído a fatores genéticos, que é de aproximadamente 20%.


Equipe Bem Star

Quinta do Portal entra no mercado dos vinhos verdes


OJE/Lusa

A Quinta do Portal, conhecida pelos seus vinhos do Douro e do Porto, acrescentou agora à sua oferta um vinho verde com a marca Trevo, feito "em associação com um produtor de referência" da região

Trata-se da primeira incursão desta sociedade vinícola fora do Douro, mas não a última. "Vamos continuar a alargar a nossa base de produtos fora da região", adiantou à agência Lusa um responsável da Quinta do Portal, recusando, porém, dar mais pormenores.


O Trevo, branco e rosé, começou a ser comercializado "há cerca de um mês" e direcciona-se sobretudo "para o mercado de exportação". Para começar, foram lançadas 50 mil garrafas deste novo vinho.


"Os nossos clientes, essencialmente a nível do mercado externo, manifestaram alguma apetência em ter um vinho verde seleccionado pela Quinta do Portal", acrescentou o responsável.


A Sociedade Quinta do Portal argumenta que os vinhos verdes "têm vindo a ganhar cada vez mais notoriedade, acompanhando uma tendência do consumidor para requerer vinhos com um teor alcoólico mais baixo".


A empresa associou-se a um produtor da sub-região do Sousa para lançar o Trevo, que utiliza castas como o Loureiro, Trajadura e Arinto (branco) e espadeiro (rosé).


"Já comercializamos outros vinhos não produzidos por nós, nomeadamente um espumante sob a marca Mural", disse.


A Quinta do Portal aposta também no enoturismo através de uma unidade própria, a Casa das Pipas, oferecendo um programa de dois dias durante 2010.


A Quinta do Portal é uma firma portuguesa, familiar e independente, que possui quatro propriedades com um total de 85 hectares, duas no concelho de Sabrosa e as outras no de Alijó, nas duas margens do rio Pinhão.


Em 2009, a empresa facturou 4,9 milhões de euros, 55% dos quais em Portugal.

Gaúchos da serra plantam uva de mesa


No Vale dos Vinhedos, região certificada e reconhecida como produtora de vinhos finos, começa a surgir uma "dissidência" entre os produtores de uva. A uva para vinho continua a representar a maior parcela dos plantios, afinal, a produção vinífera ali, trazida pelos imigrantes europeus, remonta a décadas.

Mas alguns produtores, embora não tenham deixado de lado a fruta, trocaram as variedades e a forma de cultivo, optando pela uva de mesa, vendida in natura e, em alguns casos, colhida no próprio pé, pelo consumidor. Já são 800 hectares cultivados sob plásticos, técnica que garante mais qualidade final e redução na aplicação de agrotóxicos. Há sete anos, segundo a Embrapa Uva e Vinho, eram apenas 50 hectares.

As variedades de mesa introduzidas na região são a itália, niagaras branca e rosada e rubi, que "roubam" o espaço da isabel e da bordeaux.

Os municípios de Caxias, Farroupilha, Flores da Cunha e Bento Gonçalves abrigam propriedades de no máximo meio hectare (5 mil metros quadrados) com as uvas de mesa, conforme o pesquisador Marcos Botton, da Embrapa Uva e Vinho.

Diversificação. As principais razões para a expansão das variedades de mesa na Serra Gaúcha, conforme especialistas e produtores, são a necessidade de diversificação das propriedades e, principalmente, a demanda aquecida e o alto valor agregado dessas frutas. "O baixo valor pago pelo quilo da uva pelas vinícolas nas últimas safras tem obrigado os produtores a procurar uma alternativa de renda. E a remuneração da uva de mesa é muito maior", afirma o também pesquisador da Embrapa Henrique Pessoa dos Santos.

Conforme Santos, ao passo que o preço médio pago por quilo de uva comum fica próximo dos R$ 0,50, o quilo da uva de mesa chega a ser vendido por até R$ 5. "Muitos produtores vendem diretamente para o consumidor final, que vêm até o sítio para colher a uva. É um programa turístico", explica Santos. "De olho nessa possibilidade, muitos produtores aderem à uva de mesa", adiciona Botton.

Foi justamente por isso que o vinicultor Ismael Boff, do município de Caxias do Sul (RS), decidiu, quatro anos atrás, apostar no cultivo das uvas de mesa. Ele conta que, por 50 anos, sua família trabalhou somente com variedades de uvas próprias para a produção de vinho e suco. "Há alguns anos, porém, o preço dessas uvas têm sido muito baixos", diz Boff. "Passamos então a procurar uma alternativa mais lucrativa e, motivado pelo preço atrativo, decidi testar o plantio das uvas itália e rubi numa área pequena, de 3 mil metros quadrados".

Após quatro anos, Boff se diz satisfeito com os resultados, apesar de destacar que o manejo das uvas de mesa é diferente e os custos de produção, mais altos. Ele conta ainda que nos próximos anos pretende dobrar a área de cultivo. "O consumo tem crescido muito, o que leva muita gente a investir", diz.

Segundo os especialistas, o aumento no consumo está ligado à melhoria da qualidade das uvas de mesa produzidas na região, que por sua vez está ligada à adoção de uma técnica de cultivo muito comum na produção de morangos, introduzida na região há cerca de 15 anos: o cultivo protegido.

Plástico. Trata-se de instalar uma cobertura de plástico por cima dos parreirais. "O clima da Serra Gaúcha é muito úmido, o que favorece as pragas e obriga o produtor a utilizar muitos agrotóxicos", frisa Botton. "Com isso, a uva sempre aparecia entre as frutas com maior quantidade de resíduos, segundo os relatórios da Anvisa, e isso assustava o consumidor."

"Além disso, com a plasticultura você fica menos à mercê do tempo", afirma Valderez Formigueir, que há nove anos passou a cultivar uva itália em sua propriedade em Caxias do Sul (RS). Ele conta que, além do preço atrativo, pesou o fato de que na época não havia seguro para as lavouras de uva comum, o que aumentava muito os riscos de prejuízo. "Hoje, mais do que essa segurança, as uvas de mesa são uma alternativa para que o produtor não fique nas mãos das vinícolas", diz Formigueir.





O Estado de S.Paulo

The YEATMAN, o vinho e a hotelaria







O Yeatman, primeiro hotel de luxo em Portugal voltado para a apreciação do vinho em suas práticas de saúde e prazer, será inaugurado em julho, terá a festa oficial em setembro e começa a se apresentar para o mercado internacional desde já. O Brasil surge como um dos mercados prioritários e mais promissores, motivo para a direção da Fladgate Partnership, empresa prioprietária do empreendimento e detentora de uma das mais completas caves de vinhos portugueses, realizar sua primeira incursão no país para promover o conceito de wine hotel.

Adrian Bridge, CEO da companhia, reuniu um selecionado grupo de imprensa nestes dois dias de visita à São Paulo para contar sobre o projeto e as novidades de lançamento do hotel, que pretende venha a se tornar um nome forte e específico, um top para a região norte de Portugal. “Queremos ser diferenciados e únicos para definir o destino e sua ligação com os vinhos”, reconhece.

No entorno do Porto, a segunda maior cidade portuguesa e principal centro econômico da região, estão quatro das mais destacadas produções vinícolas do Pais: são as regiões do Minho, Douro, Dão e Barriadas. A 20 km do aeroporto internacional Francisco Sá Carneiro, um dos mais modernos da Europa, a 7 km da costa do Atlântico, à margem do Douro e com vista privilegiada para a cidade, o The Yeatman está em seus detalhes finais. Os 2,6 hectares de área total, com construção de 13 mil m2, serão entregues no próximo dia 15 de julho, com abertura das instalações no dia 23. Em setembro acontecerá a festa oficial de inauguração com presença das principais autoridades portuguesas entre os convidados, a começar do presidente Cavaco Silva.


Investimentos de 32,5 milhões de euros para um cinco estrelas que reúne a tradição cultural do Porto com o vinho e alta gastronomia. São 70 apartamentos (de 40 m2) e 12 suites (quatro delas com 120 m2), todas com vista espraiada para a cidade. Localizado na zona histórica, em Vila Nova de Gaia, tem seis níveis, lembrando a distribuição dos típicos vinhedos do Douro.

Com quase quatro séculos de presença da companhia na região, o The Yeatman é um novo desafio para a empresa. “Nossa família está ligada ao comércio do vinho do Porto há várias gerações. Pretendemos ser uma referência em hotelaria de luxo, relacionada diretamente à vinicultura. Todas as regiões vinícolas de Portugal estarão representadas”, explicou, já que as empresas produtoras (81), serão parceiras, apartamentos e suítes serão personalizados e haverá programação de eventos e jantares temáticos ao longo do ano. “Uma combinação incomparável”, antecipa.

Entre os destaques do empreendimento está o Spa Vinotharapie, de 2 mil m2 e com produtos Caudalié. Entre as várias terapias, a programação Intimate Experience – sempre com o vinho em evidência. Nos aspectos ambientais, Adrian diz da importância dada pela empresa, com os painéis solares, células foto voltaicas (eletricidade), iluminação sob baixo consumo, sistema de purificação de água da rede pública, refúgio de plantas raras, (o plantio de uma oliveira de 1.200 anos), e espaço para aves imigratórias, entre outras ações, como um borboletário que estará pronto em abril do ano que vem.

Como 700 mil pessoas visitam a região do Porto anualmente, o executivo espera por 30 mil pernoites neste primeiro ano. Entre eles, muitos brasileiros, ainda mais com o voo direto da TAP. “O Porto é uma cidade fantástica, porém pouco conhecida ainda como destino. É possível fazer um roteiro a pé, tem riquesas históricas e culturais, e o projeto do The Yeatman é para o cliente de alta qualidade, das experiências sensoriais, do prazer em estilo e bem receber. Queremos ser uma referência mundial, como o vinho é uma janela de cultura”.

Antonio Euryco

Vinhos brasileiros escalados para a Copa do Mundo na África do Sul


Os vinhos brasileiros já estão escalados para participar da Copa do Mundo na África do Sul. A escalação dos espumantes verde-amarelos foi feita pelo projeto Wines From Brazil (WFB), realizado pelo Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho) e pela Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos). Seis vinícolas – Aurora, Casa Valduga, Panceri, Piagentini, Pizzato e Salton – estão confirmadas para uma degustação gastronômica no dia 20 de junho, data do jogo entre Brasil e Costa do Marfim, válido pela primeira fase do Mundial.

O evento ocorrerá na Casa Brasil em Joanesburgo, espaço do governo federal onde acontecerá o “Brazil Sensational Experience” (Brasil uma experiência sensacional), reunindo os setores da carne bovina, frango, café, frutas e vinhos brasileiros. Segundo a gerente de Promoção Comercial do WFB, Andreia Gentilini Milan, estarão presentes cerca de 200 convidados da Apex-Brasil, formados por sommeliers, chefs de cozinha, compradores e jornalistas da África do Sul.

“Será uma ótima oportunidade para apresentarmos os vinhos brasileiros ao mercado sul-africano e também para iniciarmos o interesse pelos produtos nacionais para a próxima Copa do Mundo no Brasil”, destaca. A degustação de espumantes será acompanhada por pratos da culinária brasileira das 18h às 20h30, quando todos assistirão a partida do Brasil contra Costa do Marfim, em Joanesburgo.

Um dos principais objetivos da Casa Brasil é divulgar o país como sede da Copa de 2014 para investidores, compradores, esportistas, turistas, imprensa e formadores de opinião que estarão no país africano acompanhando os jogos.

Fonte: Apex-Brasil

terça-feira, 8 de junho de 2010

Brasil quer aprender com vinhos sul-africanos

Em época de Copa do Mundo, o Brasil tem motivos, além do futebol, para se voltar para a África do Sul. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) juntamente com a Embaixada do Brasil em Pretória estão procurando aprender com os produtores de vinho sul-africano.

Nos últimos anos, a África do Sul se tornou um dos principais exportadores de vinho entre os países do "Novo Mundo", ocupando o nono lugar entre os maiores da indústria vitivinícola mundial. Com 102 mil hectares de vinhedos plantados, o país africano produz atualmente 3% de todos os vinhos do mundo.

O objetivo é melhorar a qualidade da produção nacional e tentar utilizar as estratégias bem sucedidas da África do Sul no Brasil. A intenção é que esta tecnologia de produção possa ser empregada nas regiões brasileiras produtoras de vinho.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Pela terceira vez, Israel produz tempranillo





Castas espanholas transplantadas para as Colinas de Golã, território sírio ocupado por Israel, forneceram a sua terceira colheita de tempranillo.



"Estamos começando a vender. Apesar da produção ser muito pequena, ela já está sendo bem recebida. Alguns restaurantes em Tel Aviv já acrescentaram os vinhos aos seus menus", disse o enólogo e proprietário da vinícola que leva seu nome Efe Tal Pelter.


"O plano original era fazer um vinho vermelho, mas as vinhas tinham menos de cinco anos, eram muito jovens. Então decidimos fazer uma colheita de rosés este ano", disse Pelter, acrescentando que o resultado foi "um vinho seco e frutado, com acidez equilibrada e um sabor muito interessante".
"No momento existem 15 produtores israelenses cultivando tempranillo, mas a maioria utiliza a uva para misturá-la com outras castas. Até agora apenas três vinícolas lançaram um tempranillo no mercado", explica Daniel Rogov, crítico de vinhos e autor de um guia local de prestígio para vinificação.

Segundo o especialista "o Tempranillo produzido aqui não tem os mesmos resultados que os produzidos na Espanha, mas devemos ter em mente é um processo novo de produção. Mesmo assim, quando fazemos uma degustação às cegas, logo se sorri e diz ''ahhh... tempranillo''".

Nos últimos 10 ou 15 anos, a cultura do vinho entre os israelenses se expandiu. Durante este período, o consumo per capita por ano aumentou de seis litros para cerca de nove litros. Existem mais de trezentas grandes vinícolas em Israel, que produzem anualmente cerca de 36 bilhões de garrafas de vinho, um número modesto, mas que não para de crescer.
Publicação Revista Adega

EUA investem sete milhões de dólares em melhoras para o setor vitivinícola

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) forneceu mais de sete milhões de dólares para o Instituto de Alimentação e Agricultura da Uva e Vinho (NGWI) do país.

O investimento tem como objetivo financiar projetos que possam resolver problemas que os viticultores norte-americanos tem lidado, como a escassez de água e o aumento da salinidade na água fornecida.


"A escassez de água, a diminuição de sua qualidade, o clima e as mudanças climáticas aberrantes ameaçam a produção de uvas na região", disse Jean-Mari Peltier, presidente da NGWI. "Estamos extremamente satisfeitos que o departamento tenha reconhecido o quanto os viticultores têm lutado contra essas questões. Este projeto irá ajudar a indústria a desenvolver estratégias para economizar água, preservando a qualidade da uva", explicou.

Para a realização do projeto, vários especialistas, pesquisadores e produtores foram consultados, de forma que as principais questões e deficiências do setor fossem tratadas. "Este projeto propõe a investigação necessária para sustentar uma das culturas mais importantes do país em um futuro com um abastecimento de água incerta", disse o pesquisador Andrew McElrone, do Serviço de Pesquisa do USDA.

Origem do vinho é o que menos importa para os jovens, diz estudo

6/Junho/2010

Na última London Wine & Spirits Fair, um dos maiores eventos do mundo do vinho, o grupo de pesquisa Wine Intelligence mostrou diversas pesquisas e relatórios que tentavam explicar o consumidor jovem.


O estudo mostrou que o número de consumidores de vinho com menos de 35 anos é grande, sendo os canadenses os que somam a maior quantidade, mais de seis milhões. Apesar do grande público, os relatórios mostraram que o consumo dos "millenials", como são chamados, não é excessivo. Em sua maioria, os jovens estão bebendo pouca ou moderada quantidade de vinho.



A pesquisa também mostrou um dado curioso: como os jovens escolhem os vinhos que vão comprar. De acordo com o grupo, em primeiro lugar, eles levam em conta as recomendações de amigos e familiares; em segundo, a variedade da uva; em terceiro, as ofertas e promoções; em quarto, o reconhecimento da marca; e em quinto, o país de origem da bebida.

Em todos os casos, o design da embalagem é fator de grande relevância para os compradores mais jovens. Muitos optam por rótulos modernos, enquanto grande parte escolhe rótulos mais tradicionais. Sobre estes últimos, é possível concluir que ainda não são consumidores familiarizados com o produto. Desta forma, a escolha pelo tradicional se torna uma escolha mais "segura".





Revista Adega

sexta-feira, 4 de junho de 2010

O vinho tinto excita as mulheres

Já reparou que cada vez mais mulheres consomem vinho tinto? Muitas das vezes são mesmo elas que o escolhem e fazem a prova. Saiba porquê.





O interesse das mulheres pelo vinho cresceu significativamente nos últimos anos. Sobretudo pelo tinto. São elas que pede a lista de vinhos nos restaurantes e quando não o fazem não é porque não queiram, mas sim porque parece melhor ser ele a pedir.

Em casa a situação é idêntica. São elas que escolhem os vinhos para a garrafeira ou escolhem o vinho que vão servir aos convidados.
Quem se ponha a observar num restaurante, rapidamente percebe que num jantar só de mulheres é quase obrigatório as garrafas de vinho tinto estarem presentes na mesa, bem como a euforia e a satisfação ao bebê-lo. Amigos com quem falei e que estão na área da restauração foram peremptórios: as mulheres são de tal forma potenciais clientes na escolha dos vinhos que podem muito bem vir a ultrapassar os homens no hábito de consumo desta bebida nos restaurantes.

Só podia ter sexo à mistura


Comecei a interrogar-me sobre o porquê das mulheres gostarem tanto de vinho tinto. Eu própria aprecio vinho tinto e sou bastante selectiva no que toca as escolhas. Decidi, por isso, fazer uma pesquisa sobre do assunto e, claro está, descobri que, além de fazer bem ao coração (que não é novidade), também abre o apetite sexual às mulheres. Tinha de estar relacionado com sexo...

Italianas cobaias


A propósito do consumo de vinho pelas mulheres, a Universidade de Florença fez um estudo com 798 italianas com idades compreendidas entre os 18 e 50 anos.

Os pesquisadores dividiram as mulheres em três categorias, de acordo com o hábito diário de consumo de vinho: as mulheres que bebem regularmente de um a dois copos de vinho; as que não consomem vinho; e as que bebem mais de dois copos de vinho por dia. Além disso, as voluntárias também responderam a questionários com 19 perguntas sobre sexualidade, com o objetivo de medir o FSFI (Female Sexual Function Index), uma medida usada noutros estudos científicos.

O grupo de mulheres que apresentou os maiores índices de desejo sexual, de acordo com as respostas dos questionários, foi aquele onde as mulheres consumiam um a dois copos de vinho por dia.

Os estudiosos destacam, no entanto, que a pesquisa precisa de ser encarada com cautela, não só devido à dimensão reduzida da amostra, mas também pela falta de dados provenientes de exames laboratoriais. Talvez por isso, o estudo apenas sugere uma correlação entre o consumo de vinho tinto e a libido feminina.

Outra ressalva feita pelos pesquisadores refere-se a questões como a excitação, satisfação e orgasmo. Ou seja, o vinho pode até fazê-la querer mais, no entanto, isso não significa um orgasmo garantido.

Dois copos e chega


O consumo moderado de vinho tinto pode aumentar a libido sexual feminina. E por que é que eu sublinhei o moderado? Porque se beber demasiado ou, inclusive, se ficar embriagada, pode dar-se precisamente o inverso da situação: simplesmente pode não conseguir ter relações sexuais.

Portanto, já sabe: Beba dois copos por dia, que dá saúde e alegria, além de um grande prazer sexual.





Ana Areal
Terça-feira, 1 de Junho de 2010

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Chenin Blanc da África do Sul


Chenin Blanc Simonsig

Originalmente, o domínio da Chenin Blanc no Cabo devia-se à sua adaptação à produção de conhaque.

Depois de uma queda constante na área total de cultivo, em 1.999 fãs locais fundaram a Chenin Blanc Association (www.chenin.co.za) para resgatá-la, associado ao interesse de produtores locais.

A partir de então, grandes produtores, desenvolveram um novo estilo, diferente daquele dos vinhos de produção em massa, em que a cepa apresenta o verdadeiro caráter varietal: delicadeza com concentração.